Arquivos de June de 2009

Como Preparar Plantas Medicinais?

plantas medicinais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Você ainda se perde quando surgem os termos “decocção”, “infusão”, “maceração”, etc.?

Com a rápida leitura deste artigo, você passará a saber preparar pelos diversos métodos citados nos textos.

O objetivo do preparo é tornar disponível ou separar as substâncias desejáveis da planta. Cada substância tem um método mais eficiente para sua extração, por isso, devemos sempre utilizar os métodos recomendados, para evitar a retirada de compostos indesejáveis da planta.

Infusão:
Consiste na colocação do material na água recém-fervida. É também chamado de abafamento.

Coloque o material vegetal picado em uma vasilha. Derrame sobre ele água fervente e deixe em repouso por aproximadamente 10 minutos, com o vasilhame preferencialmente tampado.

Banho:
Consiste no esmagamento do material em água fria para banhar as partes doentes.

Coloque o material vegetal com um pouco de água em uma vasinha e esmague, até que o material se desmanche. Utilize o líquido resultante para banhar as regiões doentes.

Decocção/Cozimento:
Consiste no cozimento do material na água. É também chamado de cozimento.

Coloque o material vegetal em uma panela com água fria, na proporção recomendada. Após o início da fervura, espere 5 a 10 minutos e apague o fogo, coando em seguida o chá resultante.

Maceração:
Consiste no esmagamento do material junto a um solvente (normalmente álcool de cereais ou água), para retirar as substâncias de interesse.

Pique a parte da planta e coloque-a em um pilão, ou mesmo em um copo, amassando-a ao máximo, tornando uma pasta. Misture o álcool de cereais ou água (de acordo com a recomendação para a planta) na pasta. Partes tenras da planta devem permanecer por pelo menos 12 horas. Para outras estruturas, o mínimo é de 18 horas. Esse tempo pode variar, de acordo com a recomendação.
Após o período necessário, coe a mistura, de preferência com um pano.

Tintura:
Consiste na colocação do material em descanso em álcool.

Coloque o material moído ou triturado em álcool etílico durante 2 dias ou mais, coando-se em seguida. Utilize a tintura nos locais afetados.

Xarope:
Consiste no cozimento do material com água e açúcar.

Ferva o material vegetal com água e açúcar, até que adquira consistência pegajosa. Tome o xarope de acordo com a indicação da planta.

Fonte: http://www.cultivando.com.br/index.html

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Produzidos com menos impacto à natureza, os vinhos ecológicos começam a ganhar espaço.

 vinhos

Viver em equilíbrio com a natureza e com responsabilidade em relação ao futuro do planeta é uma prática cada vez mais adotada. O vinho também pode ser mais saudável e produzido de modo a consumir menos recursos, com o mínimo desgaste ao ambiente.

 

 

 

 

Os vinhos orgânicos, ou produzidos com uvas de procedência orgânica, são um exemplo dessa preocupação e começam a chegar em massa ao país. E o melhor: eles têm excelente qualidade e nenhum preço a mais pela responsabilidade ecológica.

A rigor, todo e qualquer vinho, originalmente sem processo químico ou sintético em sua elaboração, já é um produto simples e natural, como os queijos e os pães, também produtos da fermentação. Mas uma forte corrente enoecológica já dispensa nos vinhedos os fertilizantes nitrogenados industriais, os herbicidas que impedem o mato de crescer ao pé das vinhas, os inseticidas químicos e os remédios contra as doenças fúngicas (aquelas geradas por fungos ou mofo, mais ativas nos climas úmidos, como o da maior região vinícola do Brasil, a Serra Gaúcha). Esses antifúngicos, também usados em tomates e morangos, atuam de maneira análoga à progesterona, o hormônio feminino. Com ação residual e cumulativa, podem interferir no metabolismo humano, reduzindo, por exemplo, a produção de espermatozóides em um jovem saudável – e que se alimenta corretamente, comendo frutas e tomando vinho.

Nos vinhedos ecológicos, usam-se vespas para combater aranhas que furam as uvas, aveia plantada entre as fileiras do vinhedo para fertilizá-lo, insolação privilegiada para o combate aos fungos – e outras soluções criativas.

 Os vinhos verdadeiramente orgânicos trazem no rótulo, ou mais comumente no contra-rótulo, selos de certificação, que servem de referência ao consumidor. Alguns dos mais célebres vinhos do mundo são orgânicos, caso do Domaine de la Romanée-Conti, produzido na Borgonha, sudoeste da França, reputado como o produtor dos vinhos mais caros que existem.

No Brasil, o professor uruguaio Juan Carrau é o único que produz comercialmente vinhos certificados como orgânicos, em Santana do Livramento, na fronteira com o Uruguai. Não é muito fácil achar os produtos de Carrau no mercado, mas no site da empresa da família (www.velhomuseu.com.br) há a relação de onde seus vinhos orgânicos podem ser comprados em todo o Brasil.

Fonte: Época Negócios

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Dieta vegetariana ajuda no controle do diabetes

Ela reduz os riscos de doenças do coração, principal causa de morte entre os diabéticos

piramide_vegetariana

De acordo com um estudo do Comitê Médico pela Medicina Responsável, que promove o vegetarianismo, seguir estes hábitos pode ser melhor do que o cardápio elaborado pela Associação Americana de Diabetes (ADA).

Depois de realizar uma pesquisa de 22 semanas com 99 pessoas portadoras do diabetes tipo 2, os médicos perceberam que houve mudanças na saúde dos pacientes. Enquanto o grupo 1 se alimentava com a dieta vegetariana, pobre em gordura e açúcar, o outro grupo seguiu as instruções da ADA.

Os resultados mostraram que os dois grupos tiveram redução do peso e dos níveis de glicose, porém, o grupo 1 mostrou menores riscos de desenvolver uma doença cardiovascular. O que é extremamente importante, já que pesquisas mostram que essa é a principal causa de morte entre os diabéticos. Outro ponto favorável é que o grupo 1 teve um aumento considerável em qualidade de vida, pois passou a ingerir mais frutas, hortaliças, nozes, proteína de soja e fibra cereal, diminuindo a ingestão de gordura trans.

Mas nada de fazer alterações no cardápio por conta própria, procure um profissional que poderá orientar em todas as etapas. Ao evitar a ingestão de carne, o seu organismo perderá diversas vitaminas fundamentais para o bom funcionamento. A seguir a nutricionista do Minha Vida, Karina Gallerani, dá algumas dicas.

Alimentos à base de soja são freqüentemente utilizados para suprirem as vitaminas perdidas pelo não consumo de carne. A soja e seus derivados (leite e queijo de soja) são ricos em proteínas de alta qualidade e não possuem colesterol já que são de origem vegetal. Outras leguminosas, como feijão, lentilha, grão-de-bico, também são ótimas alternativas assim como as frutas oleaginosas, como a castanha-do-pará e os cereais integrais. Nos cereais integrais, diversas vitaminas do complexo B, zinco e ferro também estão presentes.

É comum em vegetarianos a anemia, queda de cabelo e depressão, resultado da falta de ferro no organismo, um nutriente essencial que atua, principalmente, na síntese das células vermelhas do sangue e no transporte do oxigênio para todas as células do corpo. Para suprir essa necessidade, a ingestão de leguminosas é fundamental, porém a absorção pelo organismo é menor, quando comparada com a carne vermelha. Para potencializar o efeito o truque é ingerir alimentos fontes de vitamina C. Inclua goiaba, laranja, kiwi, morango, caju, tomate, acerola ou limão na mesma refeição.

Outro dado interessante é que o feijão é rico em ferro. Porém, nosso organismo só consegue absorver cerca de 10% do mineral. No entanto, se o feijão for acompanhado de um alimento rico em vitamina C, como suco de laranja, a absorção pode chegar a 40%, afirma a especialista. Procure evitar também o consumo de chás, como o preto e o mate, cafés, leites e derivados próximo às refeições que contém ferro, pois a cafeína e o cálcio também são componentes que prejudicam a absorção do mineral.

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