Arquivos de February de 2010

Banana – Santo remédio para quem sofre de insônia

Pesquisadores da Universidade das Filipinas comprovaram que comer banana ajuda a combater insônia. Foram testadas 20 pessoas que sofriam de  insônia. Todos os voluntários ingeriram duas ou três bananas por dia, durante seis meses, e não mudaram em nada seus hábitos diários. Após esse período de teste, constatou-se que 15 dos 20 pacientes conseguiram dormir sem grandes dificuldades e mantiveram sono tranquilo e normal após a pesquisa.

A explicação para essa alteração positiva do sono destes pacientes ocorre por que a fruta é rica em triptofano, um antidepressivo natural, que regula os níveis de serotonina no cérebro e melhora o humor das pessoas. Quando ingerido à noite, a substância o acalma e diminui a atividade cerebral intensa, fazendo com que a pessoa consiga se “desligar”com mais facilidade. Os pesquisadores filipinos observaram ainda outras virtudes da banana para a saúde, como os altos níveis de vitamina A, C, K e B6.

Fonte: Melhor Amiga

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Procura por produtos orgânicos em MS aumenta e projeto capacita propriedades

Projeto terrativa capacita agricultores familiares para que produção tenha êxito

A procura por produtos orgânicos têm aumentado e as 753 propriedades rurais de agricultura familiar já não conseguem atender as demandas do Estado. Um dos motivos, é que de todas elas apenas 31 estão devidamente certificadas por entidades credenciadas. Para tentar reverter a situação, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/MS) realiza o Projeto Terrativa nas propriedades.

A capacitação das unidades produtoras começou em 2009, pelo engenheiro agrônomo Luiz Geraldo de Carvalho Santos, de São Paulo. Em um ano, o projeto foi implementado em sete unidades de produção do estado paulista.

Em Mato Grosso do Sul, produtores da região de Terenos e Sidrolândia foram pré-selecionados como potenciais para a capacitação e acompanhamento técnico em produção orgânica. Com isso, o agrônomo, espera que as unidades se tornem modelos e que os vizinhos sigam o exemplo.

A novidade que o profissional trouxe ao Estado é chamada de Pólo difusora, onde unidades de produção desenvolvem trabalhos de tecnologia e irradiam para seus vizinhos. “Esses vizinhos devem acreditar na viabilidade dessas técnicas, situação esta que já está acontecendo”, afirma.

Demanda

De acordo com o engenheiro agrônomo, as grandes redes de supermercado com filiais em Campo Grande possuem uma forte demanda em torno dos orgânicos, mas ainda compram os produtos fora do Estado.

“Isso acontece porque não temos produção suficiente para atender a demanda daqui, a cultura já está inserida no cotidiano do campo-grandense, só nos resta alavancar nossa produção”, diz.

Fonte: CapitalNews

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Demanda por orgânicos na Europa pode abrir mercado para brasileiros

A demanda do mercado europeu por alimentos orgânicos segue em expansão, e os consumidores entendem que produto com valor agregado é aquele que une qualidade e fair trade (comércio justo). Essas foram algumas das observações feitas por técnicos do Sebrae durante a participação na maior feira de agricultura orgânica da Alemanha, a BioFach 2010. O evento aconteceu em Nuremberg, de 16 a 19 de fevereiro.

O grupo permanece esta semana no país para visitar supermercados, distribuidoras, empresas e escolas técnicas. Sua missão é trazer informações que promovam a inovação no mercado de orgânicos no Brasil. São 23 participantes, entre coordenadores de carteiras e gerentes das unidades de agronegócios do Sebrae de 13 Estados. Agricultores familiares apoiados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) que são clientes do Sebrae também participaram da feira.

“A questão de embalagens para produtos orgânicos é um dos maiores desafios do setor, pois há uma grande demanda e pouca oferta”, afirma a coordenadora da carteira de agroecologia da instituição, Newman Costa. Segundo ela, os dados de crescimento de produtos orgânicos na Europa são surpreendentes. “Existe um mercado enorme para nossos produtos na Europa, mas precisamos nos adequar ao padrão exigido pelo mercado internacional e melhorar o padrão de qualidade”, afirma. A carteira de orgânicos do Sebrae conta hoje com 54 projetos.

Durante a BioFach, a equipe foi convidada pela organização da feira para uma palestra sobre o mercado brasileiro e suas estratégias de atuação nos eventos de reconhecimento internacional como Copa do Mundo 2014 e a Olimpíada em 2016.

O grupo brasileiro também visitou mercados revendedores de orgânicos nas cidades de Frankfurt e Nuremberg, para verificar como os consumidores compram direto do produtor e, principalmente, a relação entre cliente e fornecedor, tendo como foco a comercialização e a logística de distribuição. A missão visitou ainda o Basic Frankfurt (com 6 mil produtos orgânicos e 24 lojas – segunda em faturamento na Alemanha) e a Al Nature (8.500 produtos orgânicos e 84 lojas na Alemanha – primeira em faturamento no país).

Adriano Matos Rodrigues, técnico do Sebrae no Espírito Santo, identificou na empresa Hutzelhof um canal de comercialização para os produtores do seu Estado. “A empresa comercializa cestas prontas, com frutas, legumes e verduras, para serem entregues nas residências. Outros produtores podem fornecer para ela complementando sua variedade de produtos”.

Para Maria de Fátima dos Santos, técnica do Sebrae em Alagoas, um ponto que chamou atenção foi o estímulo feito para que as crianças da Europa consumam desde cedo frutas e legumes. Fátima conta que é grande a diversidade dos produtos orgânicos existentes no mercado, que vai desde alimentos para recém-nascidos até fabricação de absorventes, vestuário, material de limpeza. “É uma grande oportunidade para pequenos empreendedores da agricultura familiar, artesanato e vários outros segmentos”, afirma.

O tamanho das possibilidades do mercado de orgânicos também impressionou o gerente da área de desenvolvimento territorial do Sebrae/RJ, Antonio Batista. “Enquanto no Brasil há uma ênfase forte nos produtos “in natura”, a feira apresentou os mais diferentes tipos de processados: desidratados, embutidos, pré-cozidos, cristalizados, entre outros. Esta diversificação é importante em função da ampliação do ciclo de vida dos produtos, maximizando o prazo de validade e, por conseguinte, o atendimento a mercados em distâncias mais ampliadas”, disse.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

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