Brasil pretende desenvolver “Copa Orgânica” em 2014

O coordenador da Câmara de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Copa de 2014 do Ministério do Esporte, Cláudio Langone, afirmou nesta quinta-feira, 29 de julho, que um dos projetos que o governo federal deseja desenvolver para o Mundial do Brasil é o intitulado “Copa Orgânica“, que busca ampliar o mercado de produtos orgânicos e/ou sustentáveis, no intuito de aumentar a oferta e diminuir os preços desse tipo de produto agrícola.

“Para isso, é preciso identificar e certificar os produtores que possam participar da cadeia de distribuição orgânica”, explicou Langone, durante a segunda Reunião da Câmara de Meio Ambiente do Ministério do Esporte, realizada em Brasília. “Este evento é uma oportunidade para criarmos um sólido potencial de demanda para os orgânicos no País“, destacou ao jornal O Estado de S. Paulo o gerente do projeto Organics Brasil, Ming Liu.

Segundo ele, os agricultores orgânicos terão uma excelente oportunidade para organizar e ampliar a produção, já sob a égide da legislação recentemente aprovada para o setor no país (nº 10.831, aprovada em 23/12/2003 e regulamentada por meio do Decreto 6.323, de 27/12/2007).

Se durante a Copa cada restaurante das cidades-sede incluir um item orgânico em seu cardápio isso já significará um grande crescimento. Importante é, após a Copa, manter o hábito de consumo orgânico“, reforçou Ming Liu.

Mapeamento
Projeto Organics Brasil conta com 50 associados produtores de orgânicos. Em parceria com o portal Planeta Orgânico, a iniciativa realizará um mapeamento da cadeia produtiva, estrutura de hotéis e restaurantes das cidades-sede que poderão incluir orgânicos nos cardápios. “Temos quatro anos para isso. Assim que a regulamentação completa da lei sair, vamos investir nesse mapeamento”, relatou Ming Liu.

De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior, o Brasil possui 6,5 milhões de hectares cultivados com orgânicos – na Austrália, maior produtora, a área cultivada é de 11,3 milhões de hectares. Segundo dados da instituição, o país exportou 9.500 toneladas de orgânicos entre agosto de 2006 e janeiro de 2007 (volume que corresponde a US$ 5,5 milhões).

Fonte: Portal Terra

Compartilhe:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • email
  • Live
  • MySpace
  • TwitThis

Secretarias do Meio Ambiente se reúnem para debater projetos sustentáveis para a Copa de 2014

As questões de licenciamento ambiental e os projetos de sustentabilidade das 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 foram discutidos nesta quinta-feira (29/7) na 2ª Reunião da Câmara de Meio Ambiente do Ministério do Esporte, em Brasília.

Os debates envolveram obras nos estádios, mobilidade urbana, aeroportos e outros que fazem parte da Matriz de Responsabilidades firmada entre governo federal, estados e municípios.

Os representantes das prefeituras e de governos estaduais presentes à reunião apresentaram relatórios sobre o andamento da instalação das câmaras de Meio Ambientes nos níveis municipal e estadual, e também os trabalhos que vêm sendo realizados nessa área para viabilizar os projetos ligados à Copa do Mundo que precisam levar em consideração as questões ambientais para receberem licenciamento das secretarias estaduais e municipais.

Entre as cidades que apresentaram seus relatórios pela manhã, Belo Horizonte foi um dos destaques. A cidade mostrou a estrutura já montada para acompanhar e certificar os projetos que serão realizados para o Mundial de 2014. Tudo está vinculado ao Planejamento Estratégico Integrado para a Copa, com grupos temáticos organizados em áreas como marketing e turismo, que possui uma lista de projetos, entre eles, o da Lagoa da Pampulha, que envolve desassoreamento, tratamento e saneamento.

A representante do Rio de Janeiro, Márcia Real, explicou que o estado ainda não criou uma Câmara de Meio Ambiente, mas já desenvolve muitas ações de sustentabilidade direcionadas para as Olimpíadas de 2016, que serão realizadas na cidade e já poderão ser aproveitadas durante a Copa de 2014. Sobre o Estádio do Maracanã, ela disse que o licenciamento ambiental para as obras já está concedido.

Copa Orgânica

O coordenador da Câmara de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Copa de 2014 do Ministério do Esporte, Cláudio Langone, falou sobre os projetos que o governo federal deseja desenvolver para a Copa de 2014. Um deles é o da Copa Orgânica, que “visa a ampliar o mercado de produtos orgânicos ou sustentáveis, tendo como objetivo a Copa e com vistas a aumentar a oferta e diminuir os preços desse tipo de produto agrícola”. Para isso, é preciso identificar e certificar os produtores que possam participar da cadeia de distribuição orgânica.

Fonte: SuperEsportes

Compartilhe:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • email
  • Live
  • MySpace
  • TwitThis

Copa 2014: Preocupação com sustentabilidade é chave para negócios

O Meio Ambiente entrou em pauta como um dos assuntos principais para a realização da Copa de 2014 no Brasil e as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro. Não por acaso, a próxima Copa do Mundo será o primeiro grande evento internacional sob regência do novo regime global de mudanças climáticas, que é mais exigente que o Acordo de Kyoto, no que tange à redução de emissão de carbono na atmosfera.

A Fifa solicita, entre outras coisas, que a eletricidade utilizada nos estádios durante os eventos esportivos seja renovável, que o material empregado nas instalações temporárias possa ser reutilizado e que o transporte público de massa seja responsável pela maior parte dos deslocamentos da população entre os estádios. Na Copa da Alemanha, em 2006, foram neutralizadas cerca de 100 toneladas de dióxido de carbono. O mesmo se pretende com o evento da África do Sul.

Claudio Langone, coordenador da Câmara Temática Nacional de Meio Ambiente e Sustentabilidade e consultor do Ministério dos Esportes para a Copa do Mundo de 2014, falou sobre o assunto na tarde desta terça-feira (22/06), durante o seminário internacional “Infraestrutura Brasil: Projetos e oportunidades de infraestrutura para o setor esportivo”, que aconteceu no hotel Sheraton, na zona sul do Rio.

Sai mais caro, mas a lógica de custo se estende ao longo do tempo. Por isso, vamos utilizar, na construção dos estádios e arenas, materiais com certificação de órgãos de sustentabilidade para as obras”, diz Langone.

Copa orgânica

Apelidada de “Copa Orgânica”, a estratégia visa a dobrar o fornecimento de produtos orgânicos até 2014 por todo o Brasil. A começar pela alimentação orgânica para as delegações e em torno dos estádios. Outro projeto, “Parques da Copa”, tende a aproximar o teor do turismo ecológico aos centros urbanos que receberão turistas. “Não é possível que recebamos um número significativo de visitantes estrangeiros e não tenhamos parques bem estruturados. Cuiabá e Manaus, por exemplo, foram capitais escolhidas para receber jogos da Copa, entre outros motivos, por causa do Pantanal e Amazônia”, diz Claudio Langone.

Tudo deve ser pensando, segundo ele, pela visão ecológica. A reciclagem de copos descartáveis nos locais de jogos, a utilização de água de maneira racional e até os adereços das torcidas. “As vuvuzelas podem ser de material reciclado, por que não? Mas esperamos que não tenhamos tantas”, brincou Langone.

Fonte: Portal IG

Compartilhe:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • email
  • Live
  • MySpace
  • TwitThis

 

Rua Rodrigo Vieira, 412 Chcara Klabin - Delivery (11) 5084 9697