Pequenas mudanças, grandes resultados

Exercícios físicos e alimentação saudável são a melhor fórmula de emagrecimento

Quando o assunto é perda de peso e redução de gordura corporal, é comum vermos as mais variadas e às vezes absurdas “táticas” para alcançar o corpo desejado. Sem orientação adequada e com o bombardeio de informações disponíveis na internet, muitas pessoas recorrem a livros, vídeos, produtos milagrosos e dietas mirabolantes que, a curto prazo, podem até funcionar, mas além de não serem eficientes a longo prazo, podem ser prejudiciais à saúde. Apesar da busca por uma fórmula mágica ser tentadora, só há uma maneira realmente eficaz e saudável para a redução de peso e gordura corporal: mudar seus hábitos alimentares e se exercitar mais. A boa notícia é que apenas 3 semanas é o tempo suficiente para que qualquer mudança se torne um hábito. Além disso, essas mudanças no seu estilo de vida não precisam ser drásticas.

Aqui você encontra 10 dicas úteis para incorporar novos hábitos que irão auxiliá-lo a obter os resultados desejados.

1- Coma menos, e mais vezes ao dia
Essa é a regra número 1 para quem quer perder peso e manter essa perda. Muitas pessoas acreditam que devem se alimentar somente 1 ou 2 vezes ao dia. Com esse jejum prolongado, a princípio poderá ocorrer, sim, uma rápida perda de peso. Mas isso fará com que o organismo, na tentativa de se defender contra a privação de alimentos, comece a “poupar” energia, armazenando o máximo que puder na forma de gordura localizada e desacelerando o metabolismo.

Ocorre também uma grande perda de massa muscular, pois o corpo passa a utilizar as proteínas dos músculos como fonte de energia, diminuindo ainda mais o metabolismo. Resultado: o emagrecimento torna-se cada vez mais difícil, e as chances de recuperar o peso perdido são grandes.

Portanto, o ideal é fazer de 5 a 6 pequenas refeições diárias, com um intervalo de aproximadamente 3 horas entre elas. Dica: Barras Nutricionais com baixo índice glicêmico e Barras Protéicas são opções práticas e deliciosas para lanchinhos entre as refeições.

2- Esqueça a balança de banheiro
Pesar-se diariamente pode se tornar uma obsessão e desestimulá-lo. Guie-se mais por como você se sente, como estão suas roupas e sua aparência. Os números dados pelo ponteiro da balança não são um indicativo de composição corporal, ou seja, da quantidade de gordura corporal e de massa magra.

Somente um profissional qualificado poderá fazer uma avaliação mais profunda, utilizando equipamentos específicos como adipômetros e aparelhos de bioimpedância. Aí sim é possível comparar o antes e o depois e verificar se houve real perda de gordura corporal.

3- Mantenha-se hidratado
Uma boa hidratação ajuda o organismo a evitar a retenção hídrica e eliminar toxinas, melhora o funcionamento intestinal, aumenta a resposta ao estímulo da atividade física e pode prevenir câimbras musculares, entre várias outras funções. Além disso, a água é fundamental em vários processos metabólicos. Tenha sempre em mãos uma garrafinha de água para ir bebendo ao longo do dia, e lembre-se que é fundamental hidratar-se antes, durante e depois da atividade física.

4- Procure ingerir pouco carboidrato à noite
Durante a noite, nosso organismo geralmente tem um menor gasto calórico, e todo o carboidrato ingerido em excesso será facilmente convertido e armazenado na forma de gordura. Isso não significa que você deva cortar completamente o carboidrato à noite, mas sim limitar as quantidades. Quando não for possível ingerir alimentos como, por exemplo, uma salada com legumes e um grelhado, uma boa opção é um shake protéico de Whey Protein, que pode ser batido com leite de soja ou leite desnatado e uma fruta.

5- As gorduras não devem ser abolidas da alimentação
Apesar de serem freqüentemente consideradas as “vilãs” das dietas, as gorduras desempenham papéis importantes no organismo, auxiliando na absorção de vários nutrientes, na regulação hormonal, na lubrificação do intestino, entre outras funções. Por isso, não devem ser totalmente excluídas da dieta quando o objetivo é o emagrecimento saudável. Dê preferência às gorduras insaturadas, que geralmente são de origem vegetal, com exceção dos óleos de peixe que também são ricos em ácidos graxos insaturados apesar de serem de origem animal. As gorduras insaturadas dividem-se em 2 tipos: monoinsaturadas e poliinsaturadas.

Os ácidos graxos essenciais (ômega-3 e ômega-6) são um tipo de gordura poliinsaturada e são assim chamados porque nosso corpo não consegue produzi-los. Portanto, eles devem estar presentes na nossa dieta, seja através de alimentos (peixes como o salmão, sementes, óleos vegetais, etc.) ou pelo uso de suplementos.

Para garantir uma boa ingestão desses ácidos graxos essenciais, uma dica é incluir na sua alimentação diária suplementos encontrados na forma líquida, em cápsulas ou ainda gomas mastigáveis: Óleo de Linhaça, Óleo de Prímula, Óleo de Coco, Óleo de Peixe ou compostos contendo 2 ou mais tipos de óleo.

6- Lembre-se: seu estômago não possui dentes!
Uma boa mastigação é fundamental para que os alimentos sejam digeridos corretamente e bem aproveitados pelo organismo. Além disso, você dará tempo para que a sensação de saciedade seja transmitida para seu cérebro, evitando a ingestão exagerada de alimentos. Mastigue lentamente e tenha consciência do que está comendo.

7- Inclua frutas e verduras diariamente na sua alimentação
Dietas com restrição de calorias podem estar acompanhadas de uma ingestão insuficiente de vitaminas e minerais. Para que isso não ocorra, é importante consumir 3 a 5 porções de frutas e 4 a 5 porções de vegetais, que são as maiores fontes desses micronutrientes.

Com a correria do dia-a-dia, muitas vezes fica difícil o consumo desses alimentos nas quantidades recomendadas. Nesses casos, uma boa saída é a suplementação com Multivitamínicos e Multiminerais para atingir as necessidades diárias desses micronutrientes.

8- Antes do exercício: carboidratos, mas na medida certa
Muitas pessoas que querem emagrecer fazem exercícios físicos em jejum, ou por acreditarem que essa é uma boa tática ou por pura falta de informação. O jejum antes do exercício é totalmente desaconselhável em qualquer caso. Seu corpo precisa de carboidratos antes da atividade física para garantir a energia durante o treino, evitar a fadiga muscular precoce e a depleção de massa muscular. Além disso, alimentar-se antes do exercício evita a hipoglicemia (baixos níveis de glicose no sangue), cujos sintomas são fraqueza, tonturas, tremores, suor frio, náuseas, etc. Frutas, sucos de frutas ou barras de cereais são boas opções.

9- Durante o exercício, não coma nada
Não consuma nenhum tipo de alimento durante o exercício físico, nem mesmo isotônicos, pois possuem carboidratos. Ingira somente água.

10- Após o exercício, aguarde de 1 a 2 horas para se alimentar
A alimentação pós-treino, para quem quer emagrecer, deve ser feita de preferência entre 1 e 2 horas após o término do treino. Isso porque, nas 2 horas após o exercício, o metabolismo está bastante aumentado. Fazendo esse intervalo entre o treino e a alimentação, seu organismo irá utilizar suas reservas, mobilizando a gordura corporal para servir como fonte de energia.

Essas são recomendações generalizadas que podem ajudá-lo alcançar seus objetivos, mas para obter melhores resultados o ideal é procurar um profissional nutricionista, para um acompanhamento nutricional e elaboração de um plano alimentar personalizado.

Carolina Paz
Nutricionista e Personal Diet
Crn3: 25705

Fonte: Carduz

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O poderoso óleo que acaba com a gordura

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POR QUE O ÓLEO DEVE SER VIRGEM?
Óleo de coco refinado: Vários óleos de coco são produzidos a partir da Copra. Copra é basicamente a carne do coco seca. O óleo produzido a partir da Copra é impróprio para o consumo humano e precisa ser refinado, clareado e desodorizado. Elevadas temperaturas e solventes químicos são geralmente empregados no processo. Esse óleo refinado é algumas vezes hidrogenado ou parcialmente hidrogenado, passando então a conter as perigosas gorduras trans.

Óleo de coco virgem: O óleo de coco virgem só pode ser produzido a partir da carne do coco fresco, que é chamado não-copra. Produtos químicos e elevadas temperaturas não são utilizados no processo, já que o óleo puro e natural é estável, com validade de anos. O óleo virgem possui o aroma e sabor do coco. Estudos recentes verificaram que alguns dos benefícios do óleo virgem não são obtidos com o óleo refinado (de copra).

POR QUE ORGÂNICO?
O óleo de coco virgem orgânico é produzido sem a utilização de fertilizantes prejudiciais e de pesticidas. Organismos internacionais como o Green Peace, WWF e Environmental Working Group já alertaram sobre a poluição interna de nossos corpos, provocada pela exposição à várias substâncias químicas prejudiciais.

Fonte: Revista Viva Mais

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Pretinho saudável

Se você pensa que esta reportagem é sobre feijão, não se engane ! Vamos falar do arroz negro, alimento que vem conquistando espaço no cardápio de quem quer emagrecer com saúde. Veja  por quê

Rosani Andreani Fotos Fabio Mangabeira

arroz preto

Esta novidade exótica da gastronomia é uma variedade de grão de textura macia, cor escura, com alto valor nutricional e sensível redução de calorias. Os números de sua composição estão aí, para comprovar as propriedades saudáveis e magras: comparado ao arroz integral, seu parente mais próximo, a versão moreninha tem 20% a mais de proteína, 30% a mais de fibra, elevado teor de ferro, menos gordura e menor valor calórico, segundo pesquisa do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), órgão da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo.

Com tantas qualidades, não é difícil imaginar porque esse tipo de arroz está fazendo sucesso no prato de quem pretende manter a forma. A boa quantidade de fibras presente no alimento é um ponto a favor nesse processo, e um bom motivo para incluí-lo nas refeições: em cada 100 g do produto encontram-se 4 g de fibras, nutrientes que ajudam no adequado funcionamento do intestino, auxiliam na redução do colesterol sanguíneo e no controle da glicemia, evitando grandes descargas de insulina. “As fibras também promovem saciedade, o que ajuda no controle alimentar”, ensina Marina Borelli Barbosa, nutricionista e docente da Faculdade de Nutrição da PUC (Pontifícia Universidade Católica), em Campinas (SP).

E os benefícios para turbinar a dieta não param por aí: o arroz preto é rico em vitaminas do complexo B, importantíssimas para o funcionamento do organismo, pois estão envolvidas no metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas.

Um cereal poderoso

Além de aliado da dieta, este grão ainda dá uma forcinha para evitar a destruição de células, causada pelo estresse a que somos submetidos. As primeiras análises do produto também apontaram o grande conteúdo de compostos fenólicos, substâncias pra lá de favoráveis à saúde humana. Elas combatem os radicais livres, prevenindo o envelhecimento precoce, devido ao seu poder antioxidante.

“A quantidade é significativa: o arroz preto apresenta um conteúdo de polifenóis oito mil vezes maior que a versão comum, o que ajuda na prevenção de doenças crônicas e degenerativas, problemas cardiovasculares, câncer etc.”, destaca a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional (SP).

Com tantos benefícios, não custa nada experimentar este alimento que mantém a película (retirada, no tipo branquinho), pois é nela que se encontram importantes vitaminas e minerais reguladores de funções vitais do corpo. “Vale ressaltar que, ainda assim, a porção deve ser regrada, pois, como todo cereal, o grão é calórico e deve ser consumido de acordo com as necessidades individuais”, ensina Roseli Rossi.

Troca inteligente

O gosto, o sabor e a cor acastanhada do arroz preto podem ser novidade por aqui – entretanto, sua história é milenar. Na China, o produto considerado afrodisíaco é cultivado há mais de quatro mil anos. Era chamado de “arroz proibido”, por ser consumido só pelo imperador, cabendo aos súditos somente a produção dos grãos. “Além de todos os benefícios, é um alimento exótico, muito apreciado por chefs da gastronomia nacional e internacional”, diz Rosinha Ruzene, diretora da empresa que leva seu nome e é pioneira na produção brasileira do alimento.

E nem pense que para adquirir o produto é necessário uma peregrinação às lojas de produtos naturais. Seu uso está se tornando tão popular que as grandes redes de supermercados já oferecem o item. Assim, ele pode ser incluído no cardápio de toda a família. No entanto, os pais devem ficar atentos para não excederem a quantidade de fibras oferecida às crianças. “Uma porção considerada adequada seria a de quatro colheres (sopa) de arroz preto, por refeição, para mulheres, e até seis colheres (sopa) para homens adultos”, orienta a especialista Marina Borelli.

Acrescente esta receita saborosas ao seu dia-a-dia
supli arroz negro
Supli de arroz negroIngredientes

250 g de arroz negro
150 g de palmito em conserva
¼ de cebola picada
1 dente de alho picado
10 ml de azeite
30 g de manteiga
50 g de parmesão ralado
1 litro de caldo de vegetais
50 g de mozarela de búfala
½ maço de manjericão
500 g de farinha de rosca
500 g de farinha de trigo
2 ovos inteiros
1 litro de óleo

Modo de fazer

Cozinhe o arroz conforme a instrução da embalagem.

Refogue o palmito, a cebola e o alho no azeite.

Misture o arroz ao palmito, adicione a manteiga e o parmesão, e cozinhe no caldo, até o ponto de risoto.

Deixe esfriar. Faça bolinhas com o arroz, recheando-as com um cubinho de mozarela e uma folha de manjericão.

Passe-as no ovo, nas farinhas e frite.

Fonte: Revista Corpo a Corpo

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