Confira as sete dicas essenciais para viver mais e melhor

De acordo com o geriatra Renato Maia, o estilo de vida é primordial para quem procura elevar a qualidade de vida.

 

Viver muito e viver bem. A genética anuncia novas descobertas. Os especialistas já chegaram a um consenso: a receita mais eficiente depende de algumas dicas simples, que podemos adotar em qualquer idade. Confira:

Dica 1: se sentir útil

“Quem é útil tem o que fazer, tem lições, tem atividades. Ser lembrado por isso mantém a pessoa viva, mantém a pessoa alegre e a convida a viver muito tempo.”

Dica 2: atividades físicas

“Eu diria que a atividade física também está incluída nesse pacote de vida longa, porque ela também gera alegria e satisfação, ao mesmo tempo em que gera benefícios para o organismo.”

Dica 3: bom humor

“É preciso ver a vida com bom humor. Muitas pessoas olham a vida procurando ressaltar as dificuldades, mas um dos melhores fatores de viver muito bem é a capacidade de enfrentar e superar as adversidades da vida.”

Dia 4: saber perdoar

“Mágoa mata. É preciso ficar livre das magoas, tornar a vida mais leve, saber perdoar. Quando perdoamos, é claro que o outro se beneficia, mas o maior beneficiado somos nós mesmos.”

Dia 5: comer menos

“As pesquisas que mostram que as restrições calóricas, ou seja, a diminuição das calorias no alimento, aumentam o tempo de vida. Então, não comer muito.”

Dica 6: coma peixe pelo menos duas vezes por semana

“A dieta mais apreciada em relação à longevidade é a Dieta do Mediterrâneo, que tem peixe, um pouquinho de arroz, verdura, legume e muito azeite.”

Dica 7: dormir bem

“Viver muito não é uma promessa. Viver muito já é uma realidade para todos nós. Nosso compromisso agora não deve ser apenas viver muito, é fundamentalmente viver bem.”

Fonte: Globo Repórter

Compartilhe:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • email
  • Live
  • MySpace
  • TwitThis

Intestino: é preciso cuidar

Alimentação desregrada, sedentarismo, ingestão de pouco líquido, inibição em atender ao chamado do intestino em ambientes sociais, entre outros fatores, explicam, e muito, por que tantas pessoas se queixam das denominadas disfunções intestinais funcionais, isto é, sem razão anatômica.

A prisão de ventre, por exemplo, atinge entre 15% e 30% da população do planeta, de acordo com estudo realizado em 2008 pela Organização Mundial de Gastroenterologia. Já a chamada síndrome do intestino irritável, entre 7% e 10%, segundo o gastroenterologista Flavio Steinwurz, do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).

Esta última engloba um conjunto de sintomas como desconforto abdominal, gases e alteração no hábito intestinal. Em geral, a melhora vem com a evacuação, sem que nenhuma lesão seja detectada em exames. Portanto, é acarretada por uma disfunção na movimentação do intestino, associada a uma hipersensibilidade do órgão.

“Essa síndrome pode piorar com determinados estímulos, como alimentares ou emocionais”, diz o dr. Steinwurz.

A constipação, por sua vez, pode ocorrer pelos mesmos fatores ou ainda por problemas endocrinológicos, como hipotireoidismo e falta de movimentação peristáltica causada por alguma doença, como Chagas, ou por distúrbios neurológicos, segundo o dr. Steinwurz. “E alguns medicamentos, como antiespasmódicos e antidepressivos, também podem piorar o problema.”

Maior incidência no sexo feminino

É fato que as mulheres apresentam mais desordens intestinais que os homens, porém não há uma razão concreta para isso.

“A prisão de ventre costumava ser atribuída ao pudor das mulheres em não obedecer ao reflexo do organismo quando em lugares públicos, mas já se conseguiu verificar que elas estão mais sujeitas a um desequilíbrio nas encefalinas, substâncias que regulam os movimentos intestinais”, diz o médico.

Todavia, seja em homens, seja em mulheres, além do desconforto, a constipação pode predispor a fissuras, hemorroidas, doença diverticular e até câncer de intestino. “É importante ressaltar que os laxantes, mesmo de origem natural, também podem causar problemas intestinais quando usados por período prolongado” afirma o dr. Steinwurz.

Solução natural

O bom funcionamento do intestino depende, sobretudo, de bons hábitos à mesa. “Uma alimentação desequilibrada, com alto teor de gordura e açúcares simples é a verdadeira vilã contra a saúde do órgão”, diz a nutricionista Priscila Barsanti, do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).

É preciso ingerir habitualmente fibras alimentares, presentes em legumes, hortaliças, vegetais, frutas – em especial ameixa preta, mamão, abacaxi, laranja –, e em leguminosas, como feijão, ervilha e lentilha.

Priscila atenta ainda para a importância do consumo de líquidos como água e sucos naturais. Para um adulto, a média ideal é a ingestão diária de 30 ml/kg peso. Assim, uma pessoa com 60 quilos deve beber pelo menos 1.800 ml por dia.

Vale ressaltar que os probióticos – micro-organismos vivos – também atuam beneficamente no intestino, promovendo o equilíbrio da flora. Eles são encontrados em produtos lácteos fermentados, como os lactobacillus e os bifidobacterium.”

Fonte: Hospital Albert Einstein

Compartilhe:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • email
  • Live
  • MySpace
  • TwitThis

Dicas para se proteger do frio neste inverno

No inverno, muitas vezes, os cabelos ressecam, a pele fica escamada e o corpo desidratado. Alguns cuidados antes, durante e depois do banho podem evitar problemas com a pele. Conheça o suco que evita descamação da pele.

Fonte: Jornal Hoje

Compartilhe:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • email
  • Live
  • MySpace
  • TwitThis
Página 1 de 3123

 

Rua Rodrigo Vieira, 412 Chcara Klabin - Delivery (11) 5084 9697