Outra visão da saúde

Visão holistica de saúde engloba aspectos diversos

Gostamos muito dos médicos, até encontramos diversos que são bons! Entretanto, quanta estreiteza de espírito, que visão limitada da saúde, quantas receitas improvisadas! Eles empanturram, literalmente, os paciente de medicamentos. Eles nos adormecem no sentido próprio do termo: somos enormes consumidores de soníferos, de ansiolíticos etc. Quanto às intervenções médicas, nem é bom falar! Sendo remunerados por cada terapia, muitos não hesitam em multiplicá-las sem que isso seja realmente necessário! E tudo isso acontece, freqüentemente, com total consentimento do paciente!

Vemos a saúde e as terapias de forma diferente e gostaríamos de compartilhar essa visão. Não é porque achamos que temos sempre razão, mas porque não é possível reduzir o homem ao que diz a medicina oficial, a farmácia oficial e todos aqueles que tiram o maior proveito dessa situação.

Sim, nossa visão da saúde é uma outra visão do homem. Uma visão ampla, em que a alimentação, o ar que respiramos, o sol, o ínfimo (com os oligoelementos, os micronutrientes, a homeopatia…), as energias (com a acupuntura e a medicina chinesa)…, mantêm e cuidam de nosso capital-saúde, respeitando os equilíbrios naturais do ser vivo.

Nossa idéia sobre a saúde também engloba a saúde do mundo (a pobreza e a injustiça são males terríveis), dos solos (que os pesticidas poluem), do ar…! Não somos o umbigo do mundo. O que se passa em outros lugares diz respeito à saúde de todos e nos interessa.

A medicina, atualmente, é uma medicina reparadora. Ela remenda, costura, engessa, consolida etc. Por vezes, ela realiza proezas. Antibióticos, aspirina e, provavelmente no futuro, a genética serão verdadeiros progressos. A cirurgia faz “milagres”! Devemos utilizar essas façanhas do modo que nos é proposto? Não! Pois chegamos ao efeito inverso: envenenam… nossa vida!

Além disso, nos defrontamos hoje com doenças crônicas que não sabemos mais curar! Essas doenças são também chamadas “doenças da civilização”! Sim, desta civilização onde se vive não importa como ou onde se come; não importa o quê ou onde se respira os gases dos escapamentos etc. Obesidade, diabete, asma, doenças cardiovasculares câncer, etc. Como vamos nos proteger desses males? Precisamos urgentemente assumir a responsabilidade pela nossa saúde, aproveitando toda a informação colhida nas fontes mais sérias e merecedoras de crédito.

por Pierre Dhombre – Editor da revista ALTERNATIVE SANTÉ — L’Impatient
www.regain-sante.com

Fonte: TAPS

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Intestino: é preciso cuidar

Alimentação desregrada, sedentarismo, ingestão de pouco líquido, inibição em atender ao chamado do intestino em ambientes sociais, entre outros fatores, explicam, e muito, por que tantas pessoas se queixam das denominadas disfunções intestinais funcionais, isto é, sem razão anatômica.

A prisão de ventre, por exemplo, atinge entre 15% e 30% da população do planeta, de acordo com estudo realizado em 2008 pela Organização Mundial de Gastroenterologia. Já a chamada síndrome do intestino irritável, entre 7% e 10%, segundo o gastroenterologista Flavio Steinwurz, do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).

Esta última engloba um conjunto de sintomas como desconforto abdominal, gases e alteração no hábito intestinal. Em geral, a melhora vem com a evacuação, sem que nenhuma lesão seja detectada em exames. Portanto, é acarretada por uma disfunção na movimentação do intestino, associada a uma hipersensibilidade do órgão.

“Essa síndrome pode piorar com determinados estímulos, como alimentares ou emocionais”, diz o dr. Steinwurz.

A constipação, por sua vez, pode ocorrer pelos mesmos fatores ou ainda por problemas endocrinológicos, como hipotireoidismo e falta de movimentação peristáltica causada por alguma doença, como Chagas, ou por distúrbios neurológicos, segundo o dr. Steinwurz. “E alguns medicamentos, como antiespasmódicos e antidepressivos, também podem piorar o problema.”

Maior incidência no sexo feminino

É fato que as mulheres apresentam mais desordens intestinais que os homens, porém não há uma razão concreta para isso.

“A prisão de ventre costumava ser atribuída ao pudor das mulheres em não obedecer ao reflexo do organismo quando em lugares públicos, mas já se conseguiu verificar que elas estão mais sujeitas a um desequilíbrio nas encefalinas, substâncias que regulam os movimentos intestinais”, diz o médico.

Todavia, seja em homens, seja em mulheres, além do desconforto, a constipação pode predispor a fissuras, hemorroidas, doença diverticular e até câncer de intestino. “É importante ressaltar que os laxantes, mesmo de origem natural, também podem causar problemas intestinais quando usados por período prolongado” afirma o dr. Steinwurz.

Solução natural

O bom funcionamento do intestino depende, sobretudo, de bons hábitos à mesa. “Uma alimentação desequilibrada, com alto teor de gordura e açúcares simples é a verdadeira vilã contra a saúde do órgão”, diz a nutricionista Priscila Barsanti, do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).

É preciso ingerir habitualmente fibras alimentares, presentes em legumes, hortaliças, vegetais, frutas – em especial ameixa preta, mamão, abacaxi, laranja –, e em leguminosas, como feijão, ervilha e lentilha.

Priscila atenta ainda para a importância do consumo de líquidos como água e sucos naturais. Para um adulto, a média ideal é a ingestão diária de 30 ml/kg peso. Assim, uma pessoa com 60 quilos deve beber pelo menos 1.800 ml por dia.

Vale ressaltar que os probióticos – micro-organismos vivos – também atuam beneficamente no intestino, promovendo o equilíbrio da flora. Eles são encontrados em produtos lácteos fermentados, como os lactobacillus e os bifidobacterium.”

Fonte: Hospital Albert Einstein

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Sorria sem medo do mau hálito

Saiba como se livrar do mal que atinge 40% da população brasileira: a halitose

Quarenta por cento. Essa é a porcentagem de brasileiros que sofrem de halitose (mau hálito), segundo a Associação de Pesquisas dos Odores Bucais (ABPO). E o pior de tudo é que a maioria dessas pessoas não sabe que sofre desse mal. Não importa se é pai, mãe, namorada, namorado ou esposa, comunicar a alguém que ela tem mau hálito é algo constrangedor. Um verdadeiro tabu.

Mas, o que é halitose? É o cheiro desagradável do ar expelido pelos pulmões, através da boca e das narinas pode estar relacionado a problemas estomacais, renais, hepáticos, nutricionais, constipação, uso de medicamentos controlados e ansiolíticos, uso de álcool, tabaco e  outras drogas. No entanto, 96% ou mais dos casos de halitose se devem à presença de saburra lingual.

A saburra é uma placa bacteriana lingual que se apresenta como um material viscoso e esbranquiçado ou amarelado, que se adere à parte superior da língua em maior proporção na região de trás. “A principal causa da saburra é a diminuição do fluxo salivar, que é provocada em grande parte pelo estresse diário, com a presença de uma saliva mais “gosmenta” e que facilita a aderência de microrganismos e de restos epiteliais e alimentos sobre o dorso da língua”, explica a doutora Fátima Caldeira.

Segundo a profissional o diagnóstico de halitose deixou de ser uma coisa meramente estética e abrange também o lado emocional e social do paciente. “É importante ressaltar que o individuo que tem o problema sofre preconceito na escola, faculdade, trabalho e até em casa. E a situação só agrava se for uma criança, pois os coleguinhas de sala vão zombar da situação”, diz.

A especialista ainda lembra que é essencial que o profissional esteja capacitado para fazer o diagnóstico, pois quando a pessoa é alertada sobre o problema a primeira coisa que faz é procurar tratamento odontológico. “O dentista tem que saber diferenciar uma halitose real, que é um problema mais sério, de uma momentânea”.

Não existem segredos para se livrar da halitose. A melhor maneira de evitar o problema chama-se prevenção. Remover a saburra por meio de limpadores linguais (existem vários no mercado e todos cumprem o prometido). É importante manter a superfície da língua o mais oxigenada possível, com o uso de oxidantes, que podem ser desde a água oxigenada diluída ou até fórmulas manipuladas em farmácias.

Balas sem açúcar, gomas de mascar, gotas de suco de limão com um pouco de sal ou uma ameixa japonesa estimulam a salivação e evitam o acumulo de bactérias. Outra dica preciosa é cuidar da alimentação (evitar o excesso de proteínas, gorduras e alimentos condimentados) e manter uma freqüência de ingestão de alimentos a cada 3 ou 4 horas. Aumentar o uso de frutas secas e vegetais, beber água com um intervalo menos,  evitar bebidas alcoólicas e o fumo.

Fonte: Bem Paraná

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